sábado, 12 de novembro de 2011



« Após a tua ida, atravessei diversas fases. Aceitar que já não estarias mais ao meu lado, aceitar que não irias voltar a chamar-me de “meu amor”, acordar com o teu bom dia ou adormecer ao sabor da tua voz romântica, levou-me ao desespero. Chorei rios de lágrimas, não tenho vergonha de admitir, chegando à conclusão que quem não nos quer ver a sofrer, não dá motivos para derramar uma única lágrima. As saudades doíam, mas isso é algo que vamos ainda sentir, não achas? Eram estas as cartas o meu refugio para diminuir a intensidade das saudades e consciente que enquanto pensava em ti, estava a dar-te espaço e tempo quando o que toda a gente me dizia não seres merecedor. Veio a fase do falso esquecimento, coração cicatrizado de profundas feridas, fingindo que amava outros homens na expectativa que eles iriam fazer-me esquecer-te. Mas acredita que é das piores coisas que podemos fazer, por não trazer bons resultados. Pensava em ti, em nós, aquilo que fomos e podíamos ter sido, se bem que hoje agradeço por tudo ter acontecido tal como aconteceu. Tu foste a minha grande aposta e a minha maior decepção. »

6 comentários:

Filipa Amaral disse...

está lindo, força!*

Filipa Amaral disse...

ora essa, quando se tem que ajudar, ajudasse. por mais, difícil que seja, tu consegues.

Patrícia Martins disse...

Força*
Sigo-te (:

Ana disse...

Está lindo! *-*
Força ;)

Patrícia Martins disse...

Nem sabes o orgulho que tenho nesses homens <3

Natalia disse...

tu és forte eu sei que és , e no que depender de mim nunca te iras sentir só .
irei estar sempre presente quando sentires que o mundo desabou , para te dar um abraço longo e reconfortante !

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